segunda-feira, 11 de abril de 2016

Por dentro de um laboratório de física de partículas

Alguns fotógrafos foram convidados pelo SLAC National Accelerator Laboratory da Universidade de Stanford, nos EUA, para conhecerem suas instalações e registrarem alguns de seus equipamentos. Confira abaixo algumas das incríveis imagens registradas: 

   



Fonte: http://www.tecmundo.com.br/fotografia-e-design/89158-confira-fotos-incriveis-dentro-laboratorio-de-fisica-de-particulas.htm

Um pouco de universos paralelos

A ideia de múltiplos universos existindo simultaneamente e em dimensões paralelas está muito presente no imaginário popular. Diversos filmes, livros e programas de TV abordam o assunto de maneira intrigante. Mas para quem ainda não sabe o que é um universo paralelo, vale a pena um pouco de exercício mental.
O nosso planeta é apenas um dos mundos que existem dentro do nosso sistema solar. Da mesma forma, o sistema solar em que nos encontramos é apenas um dos muitos da nossa galáxia, a Via Láctea. E de maneira análoga, essa é também apenas uma das bilhares de galáxias que já fomos capazes de fotografar.
Todo esse “zoológico espacial” ― que ainda possui “bichos” que nem citamos, como buracos negros, nebulosas etc ― fica dentro do nosso universo. E a parte boa é que somos capazes de estudar o nosso próprio universo. Porém, de tão grande sua extensão, a visão que temos dele é muito limitada. Para ter uma ideia dessa distância, imagine que não conseguimos observar parte dele, já que a luz emitida daqueles confins ainda não foi capaz de chegar até nós.  
Existe um “clone” seu em outra dimensão 
Por si só, isso já é muito intrigante e chega a dar um nó na cabeça de algumas pessoas. Mas a situação fica ainda mais louca se levarmos em conta a hipótese de multiversos, ou seja, de que além do nosso universo existem muitos outros por aí, cada um em uma dimensão diferente ― o que nos impossibilita de entrar em contato com eles.
As teorias em cima dessa ideia são as mais alucinantes possíveis. Um delas, por exemplo, diz que são tantos os universos paralelos que, em algum deles, existe outro você, vivendo em mundo que pode ser igual ou diferente da Terra. E pode também existir um planeta igual ao nosso, mas com curso diferente da história, uma em que as torres do WTC não caíram e, quem sabe, até uma onde o Brasil seja a grande potência mundial.
Mas o que leva cientistas a encarar essa ideia com seriedade? De onde vem a base para acreditarem em múltiplos mundos? Para entender melhor isso, teremos que pensar um pouco sobre o Big Bang e alguns conceitos de física quântica. Mas com um pouco de calma e munidos das palavras publicadas pelo astrofísico teórico Ethan Siegel, conseguiremos entender isso. Aliás, em outro universo, você já entendeu! 

Chuva de meteoros Líridas

Nesse mês de abril entre os dias 21 e 22 será possível ver em todo Brasil a chuva de meteoros, e o melhor horário para observar será a partir das 2h da madrugada.
NÃO PERCA ESTE FENÔMENO!!!  :)

Fonte: https://www.facebook.com/misteriosdoespaco/photos/a.213395955498973.1073741828.213098328862069/581013898737175/?type=3&theater

segunda-feira, 4 de abril de 2016

A vida como ela é no Sistema Solar


SEQUÊNCIA SINISTRA
Há dois meses, um asteroide perigoso caiu em nosso planeta, perto da costa brasileira. Sobre o oceano, felizmente não causou danos. Em 17 de março, astrônomos flagraram Júpiter sendo alvejado. Quatro dias depois, dois cometas passaram de raspão pela Terra. As coisas definitivamente não parece, estar tranquilas e favoráveis. 

O REI DA PANCADARIAPegue o caso de Júpiter, por exemplo. O preço de ser o maior dos planetas é que você também acaba sendo o que mais apanha. Houve a famosa colisão com o cometa Shoemaker-Levy 9, em 1994, que foi observada até pelo telescópio Hubble.

UM POR ANO?Desde então, foram flagrados outros quatro impactos em Júpiter, antes do mais recente: um em 2009, dois em 2010 e um em 2012. O que mudou? Mais e mais astrônomos amadores têm usado câmeras digitais em seus telescópios para fotografar o céu. E aí a surra constante fica evidente.

AQUI COMO LÁO mesmo vale para pancadas na Terra. Redes de telescópios profissionais e amadores têm se dedicado a descobrir asteroides perigosos e flagrar a entrada de meteoros. Na última sexta-feira, o observatório Sonear registrou uma incrível bola de fogo no céu de Minas Gerais.

terça-feira, 8 de março de 2016

Funções dos membros do grupo:

Membros
Funções
Julia Hardman
Líder
Luiza Linhares
Comitê de ética/blog
Maria Julia de Carvalho
Vice-líder
Maria Rita
      -
Milena
      -

sexta-feira, 4 de março de 2016

Aurora Boreal

O que é ?
É um fenômeno de luzes coloridas e brilhantes geralmente avermelhadas ou esverdeadas que ocorrem em algumas regiões do planeta, ocorrendo também em planetas como Júpiter, Saturno, Marte e Vênus.  

Como ocorre ?
Acontece em virtude do choque produzido por partículas de vento solar no perímetro magnético terrestre. Isso ocorre geralmente nos períodos de setembro a outubro e de março a abril. Pode-se reproduzir também através de explosões nucleares ou em pesquisas laboratoriais. 
Desencadeada pela manifestação de elétrons somados aos prótons e a partículas alfas que se chocam com os átomos de oxigênio e nitrogênio presentes na atmosfera. Processa-se então um fenômeno de ionização, dissociação e estimulação de partículas.
Durante a ionização, os elétrons são deslocados do átomo, levam consigo a energia despertada e geram uma espécie de efeito em cadeia da produção de especies quimicas eletricamente carregadas, por perda de elétrons, em outros átomos. Este estímulo tem como conseqüência um ato de emissão energética, gerando no átomo uma condição de total inconstância. Estes estados de instabilidade enviam ondas luminosas em frequências vibratórias típicas, enquanto tendem a encontrar o equilíbrio.  




Fontes:
1.  Fenômenos ópticos - aurora boreal. 
2. Significado da Aurora Boreal - o que é, conceito e definição.